Chico Dub

(Rio de Janeiro 1979)

Baseado no Rio de Janeiro, Chico Dub é curador, produtor cultural e diretor artístico com foco em música experimental, novas tendências e música de vanguarda. É idealizador e curador do Novas Frequências, festival realizado desde 2011 que integra a rede ICAS, um network internacional que compreende mais de 40 festivais de música e sons avançados. Já realizou curadorias para o Sónar São Paulo (2012), Festival Eletronika em Belo Horizonte (2013, 2014 e 2015), SESI Cultura Digital (2014 e 2015) e Red Bull (2014, 2015 e 2016), além das séries Invasão Paraense e Invasão Baiana para os CCBBs de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro (2012, 2014 e 2015). Em 2014, coordenou o projeto de programação cultural do novo Museu da Imagem e do Som (MIS) do Rio de Janeiro. É idealizador e curador da série de coletâneas Hy Brazil, registro que tem como objetivo mapear e divulgar a nova produção eletrônica e experimental brasileira. É colunista semanal do jornal de Minas GeraisHoje em Dia e colaborador mensal do programa de rádio de Portugal Ginga Beat (Red Bull Music Academy Radio/ Vodafone FM). De 2007 a 2011, foi assistente de direção do festival de performances audiovisuais Multiplicidade. É co-idealizador e roteirista do documentário Dub Echoes, primeiro longa-metragem a mostrar a importância do dub jamaicano para o nascimento do hip-hop e da música eletrônica.
 
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 Meu trabalho como curador busca criar uma aproximação do universo em torno do guarda chuva da música experimental com práticas aqui no Brasil mais ligadas à arte contemporânea como um todo. Procuro trabalhar com artistas que nunca vieram antes ao Brasil e comissionar projetos para artistas locais, sempre com o objetivo de proporcionar experiências inéditas para o público. Sonho em criar um circuito experimental mais integrado no Brasil, com mais apoios e incentivos do poder público e privado.
 
Mesmo trabalhando com um nicho específico, procuro ser o mais aberto possível, abrangendo sonoridades as mais variadas possíveis nas minhas curadorias. Do techno a improvisação livre; do noise a gravação de campo; da eletroacústica à música de concerto.
 
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