Felipe Julián

( La Plata – Argentina, 1975)

É músico, produtor musical e artista visual. Possui especialização em Educação no Ensino Superior e mestrado em Comunicação Audiovisual. Como artista visual participou da coletiva Tripé Objetos Sonoros (SESC Pompeia), da mostra Vestígios de Brasilidade (Santander Cultural) com a instalação Suite Iemanja e recentemente criou, ao lado de Sandra Ximenez, duas peças para a mostra ‘Um Canto Dois Sertões: Bispo do Rosário e os 90 anos da colônia Juliano Moreira’: “Virundangas” peça lítero sonora e “Eu preciso dessas palavras escrita” (sic) instalação sonora multicanal. Ambas montadas no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea.
 
Criou, ainda, outras instalações sonoras diversas no TUSP, em várias unidades dos SESCs, MuBE, Ohtake,
Realizou a ocupação audiovisual “Luminescência” na Virada Cultural do SESC Santos, na abertura do festival MIRADA de teatro Iberoamericano e no Teatro Municipal de São Carlos. Criou também a instalação audiovisual reativa “Decifra-me ou te devoro” (SESC Ipiranga 2015) na qual explorou a possibilidade de interação do publico com a obra por meio de um microfone. Criou, ainda, a instalação interativa baseada em interface de reconhecimento de imagem “Tensão Superficial” (SESC Pinheiros 2015).
 
Em seus projetos musicais trabalhou com diversos grupos e companhias de teatro, dança e performance como Cia Flutuante, Coletivo Teatro Dodecafônico, Cia Oito Nova Dança, Cia Corpos Nômades, Coletivo Tríade, Cia Livre e sonorizou diversos filmes em performances ao vivo a exemplo do Encerramento da II Jornada de Cinema Silencioso da Cinemateca e da abertura do III Jornada de Cinema Silencioso da Cinemateca. Em 2014 recebeu o Trofeu Catavento da Radio Cultura pelo “conjunto da obra” na categoria Música Experimental pelo seu trabalho junto ao grupo Projeto Axial com quem lançou 3 discos, diversos vídeos, softwares e realizou turnês em diversos países europeus e pelo Brasil.
 
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Sua atuação parte da arte-sonora mas não restringe-se a esta. Desenvolve instalacoes audiovisuais low tech. Tem como temas reincidentes em seu trabalho a imersão do espectador, a exploração da espacialidade e o desenvolvimento da linguagem – e suas semânticas – no ser humano, na cultura digital e na música.
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